Presidente repete antecessor e faz gestão compartilhada no Goiás

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Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em entrevista coletiva, o presidente Marcelo Almeida repetiu seu antecessor Sérgio Rassi e fez gestão compartilhada no Goiás. O dirigente fez questão de minimizar a pressão em cima de uma pessoa.

“O futebol cobra muito. Em cima dessa cobrança excessiva, acho que as responsabilidades devem ser compartilhadas. O Túlio, ocupando a função de gestor de futebol, em tese terá a função de ir atrás de jogadores e contratar. Porém, discutimos muito porque essa é uma função que pode proporcionar uma responsabilidade muito grande nas costas de uma pessoa só. Em cima desse pensamento, digo que contratações serão discutidas e compartilhadas”, comentou o presidente.

Por fim, o presidente completou e relembrou na gestão de Rassi: “Isso foi muito criticado no passado, quando as contratações eram feitas por um grupo de pessoas. Discordo que essa discussão seja de necessária, errada e equivocada. Isso é benéfico, sim. Quando se discute um nome com mais de uma pessoa, a gente tem mais chances de saber se “A” ou “B” tem um defeito ou outro. Isso deve ser compartilhado”.

7 Comentários

  1. Leone Bento vieira disse:

    Essa bando de créditos continuam podemos arrumar um outro time pra torcer essas varas vão continuar fazendo lambança e roubando o clube jogadores mau preparados diretor que não manda presidente de fachada e tamo perdido mais um ano serie b e perdendo pra qualquer time

  2. Gilberto Barros Vieira disse:

    Eu não estou decepcionado, porque quando o Marcelo Almeida concedeu sua primeira entrevista, eu disse aqui nesse blog. “Vai continuar a mesma coisa ou vai piorar”. Eu sinceramente, espero está errado.

  3. JOP disse:

    HP, Rassi, Marcelo, Harlei, Lucindo, Edminho e seus comparsas roubaram nossa alegria.
    O que fizeram e continuam fazendo com o Goiás é criminoso.
    Espero que a história faça justiça e esse bando seja lembrado como responsáveis pelo momento mais vergonhoso na vida do clube. E que sejam esquecidos como imprestáveis que são.

  4. Carlos Antônio de Souza disse:

    Infelizmente o GEG de hoje não é ném sombras do Goiás do passado.

    Esses FDPs transformaram o clube em mais uma empresa HP., ou seja em mais uma simples e fria máquina de auferir lucros ($$$$$).

    Time formador de jovens talentos. . . prá nós torcedores Isso cheira curral, cheira gado de elite. . . cheira jogo de interesses financeiros, não cheira futebol, não cheira torcida, não cheira paixão!!!

    Para nós torcedores o que nos interessa é um bom time, são vitórias, são títulos de expressão, são grandes espetáculos, é circo, é alegria embalada em belos e grandes jogos. É isso que nos interessa!!!

    De críticos passamos a criticados. . .

    Antes alegres, agora tristes. . .

    Até o: “tá cedo Vilaaa”, se foi, ficou perdido no tempo. . .

    Saudades de grandes jogos e belas vitórias!!!

    Saudades da elite do futebol brasileiro!!!

    Saudades do avião Verde!!!

  5. Kássio ricardo disse:

    Só no Goiás mesmo, esse FDP não aprende com os erros, ou seja outro ano e a mesma coisa. Acho muita desrespeito com a torcida um time não ter um diretor de futebol, por que isso que o Túlio vai fazer fazer não é ser diretor. Pra que contrataram então? Pra discutir as contratações?? Imbecis, mas por outro lado tbm, contratar um cara sem experiência nenhuma para dirigir um time do tamanho do Goiás, não ia mudar nada. Continuam os cabides de emprego, continua a guaranização do Goiás. Êta nóis!!

  6. JOP disse:

    “Gestão Compartilhada” nesse caso me soa como: “ninguém é responsável pelas lambanças”.
    E ainda: “o Túlio pode até indicar jogadores, mas vai ter que cumprir as ordens e engolir os acertos do HP e sua turma”

  7. 2018 será o retrato copiado de 2017, ganha o campeonato goiano, que não serve para nada e vai sofrer para não cair para a série C. Lamentavelmente a história de repetirá. De novo toda diretoria beijando a mão do HP.

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