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Ex-Goiás, Diego Caito pensou em abandonar futebol, bastidores são revelados

Richard Souza revelou que Diego Caito pensou em parar de jogar após a Copinha…

Por Ana Livia · 3 min de leitura
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Goiás
Foto: Rosiron Rodrigues
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O lateral-direito Diego Caito, uma das principais revelações recentes do Goiás, esteve muito perto de abandonar a carreira antes de conquistar espaço no time profissional e ser negociado com o Grêmio. A revelação foi feita por Richard Souza, gerente das categorias de base do Verdão, durante entrevista ao Gyn Notícias, ao repórter Bruno Garcia. O dirigente relembrou a trajetória do jogador e explicou como o clube identifica o momento ideal para negociar atletas formados em casa.

Goiás Diego Caito
Foto: Rosiron Rodrigues

Caito foi vendido recentemente ao Grêmio e teve um início animador no clube gaúcho, marcando gol logo na estreia. Para o Goiás, a negociação representou uma importante entrada de recursos e ainda pode render ganhos futuros, graças ao percentual mantido em uma venda posterior.

Por que Diego Caito pensou em abandonar o futebol?

Ao comentar a evolução do lateral, Richard Souza revelou que Diego Caito enfrentou um momento de grande dificuldade após a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2024.

“O Diego Caito chegou com praticamente 16 anos. Ele teve altos e baixos aqui no clube. Lembro da Copinha 2024 que, pós-Copinha, era um atleta que até falava em parar de jogar, e hoje está jogando num dos maiores clubes do Brasil e bem.”

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Segundo o gerente da base, a recuperação do atleta foi fruto de muito trabalho e comprometimento. Richard destacou que sempre acreditou no potencial do jogador.

“Não tenho dúvida nenhuma de onde ele pode chegar. É um menino com cabeça boa, comprometido.”

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Pouco mais de dois anos depois daquele momento delicado, Caito deixou o Goiás valorizado e iniciou sua trajetória no Grêmio em alta.

Como o Goiás define o momento de vender um jogador?

Durante a entrevista, Richard Souza também explicou que o clube procura equilibrar o interesse esportivo com o planejamento financeiro ao negociar jovens talentos.

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“O clube tem que entender o que é o melhor para o atleta. Uma proposta de um clube da Série A mexe com qualquer um. E tem que saber se o atleta, não indo para este clube, se segue com a cabeça focada no Goiás.”

O dirigente ressaltou que a prioridade é realizar negociações que tragam benefícios imediatos ao clube, mas que também garantam participação em uma valorização futura do atleta.

“E que seja uma venda que faça diferença agora para a gente, mas que no futuro, caso ele performe no Grêmio, o Goiás tenha esse retorno financeiro garantido.”

Richard encerrou destacando que esse processo faz parte do trabalho diário desenvolvido nas categorias de base.

“Então, nosso trabalho é saber o timing certo de negociar, de jogar, de botar no profissional, e isso a gente faz no dia a dia.”

A história de Diego Caito ilustra o papel da base esmeraldina na formação de atletas e mostra como a paciência e o planejamento podem transformar um momento de incerteza em uma negociação importante para o futuro do Goiás.

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#Copa do Brasil #Goianão 2018
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