Goiás: Paulo Rogério garante: “Se não tiver dinheiro, eu pago”
Paulo Rogério Pinheiro garante pagamento do transfer ban do Goiás e afirma que poderá…

O presidente do Conselho Deliberativo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, afirmou que poderá pagar pessoalmente o transfer ban do clube caso não existam recursos disponíveis para quitar a pendência. Segundo o dirigente, o débito será resolvido, mas a prioridade financeira atual do Esmeraldino é o pagamento dos salários.

Paulo Rogério também explicou que o Goiás não efetuou o pagamento até agora porque não pretende realizar contratações neste momento. Para movimentações envolvendo o Sub-20, segundo ele, existe prazo até 15 de setembro para solucionar a questão.
Paulo Rogério diz que pode pagar dívida do Goiás
Ao abordar a crise financeira e o bloqueio, o presidente do Conselho Deliberativo garantiu que a pendência será solucionada quando houver necessidade ou disponibilidade financeira.
“A crise financeira de um jeito ou outro terá que ser resolvida. O transfer ban ainda não pagamos porque não vamos contratar agora, o dia que tivermos dinheiro para contratar, vamos pagar.”
O dirigente acrescentou que determinou a Leonardo Pacheco que a obrigação seja quitada assim que houver recursos. Caso isso não aconteça, afirmou estar disposto a assumir pessoalmente o pagamento.
“Falei para o Leonardo Pacheco, se não tiver dinheiro eu pago.”
Salários são prioridade antes do transfer ban
Paulo Rogério justificou a decisão estabelecendo uma ordem de prioridades para os recursos disponíveis no clube.
“Então vai ser pago, a prioridade é pagar os salários, o dia que quitar tudo, e tiver dinheiro, onde até o final do ano vai vir esse montante, nós pagamos esse transfer ban.”
O presidente do Conselho Deliberativo também afirmou que não foi responsável pela punição e questionou a possibilidade de o Goiás deixar a pendência sem solução diante dos recursos aplicados no clube.
“Não foi eu que fiz o transfer ban, não foi culpa de ninguém a FIFA que quis cobrar esse ano. Goiás com mais de 100 milhões aplicados não ia pagar? Então tudo vai se resolver.”
Assim, conforme a manifestação de Paulo Rogério Pinheiro, o Goiás pretende priorizar os compromissos salariais antes de quitar o transfer ban. O dirigente garante que o pagamento será realizado e afirma que, se necessário, utilizará recursos próprios para solucionar a pendência.
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