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Dirigente do Goiás revela andar com dois seguranças armados

Paulo Rogério desabafa sobre a pressão no Goiás, cita impacto sobre sua família e…

Por Ana Livia · 3 min de leitura
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Goiás
Foto: Rosiron Rodrigues
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O presidente do Conselho Deliberativo e ex-presidente executivo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, fez um forte desabafo sobre a pressão enfrentada durante sua atuação como dirigente esmeraldino. Ao falar sobre as críticas recebidas, ele citou o impacto da situação sobre seus familiares e revelou andar acompanhado por dois seguranças armados.

Goiás
Foto: João Normando

A manifestação expõe, na visão do dirigente, um lado pessoal da função exercida dentro do Goiás e os efeitos provocados pela pressão relacionada ao comando do clube.

Paulo Rogério questiona pressão sobre dirigentes do Goiás

Em seu desabafo, Paulo Rogério questionou até que ponto uma pessoa consegue suportar as cobranças direcionadas a quem ocupa uma posição de liderança no Esmeraldino.

“Gente, quem sem consciência aguenta tanta porrada que eu levo? Qual dirigente vai estar presidente do Goiás que vai aguentar as porradas?”

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O dirigente também ressaltou que as consequências das críticas não ficam restritas a ele. Paulo Rogério mencionou diretamente seus filhos e familiares ao falar sobre o peso da exposição.

“Se você pensa, esquece que eu tenho filho, família. As pessoas sofrem.”

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Dirigente revela andar com seguranças armados

O trecho mais contundente do desabafo ocorreu quando Paulo Rogério abordou sua própria segurança. Segundo ele, atualmente precisa circular acompanhado permanentemente por dois profissionais armados.

“Você acha que é legal andar com dois seguranças armados ao seu lado o tempo todo?”

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Na declaração fornecida, Paulo Rogério não detalhou quais episódios levaram à adoção dessa medida nem relatou ameaças específicas. Dessa forma, não é possível estabelecer, a partir da fala, o motivo concreto para a presença dos seguranças.

A manifestação acontece em um período de mudanças na estrutura política do Goiás. Com a aprovação do novo estatuto, o clube retomou o modelo presidencialista, enquanto Paulo Rogério permanece na presidência do Conselho Deliberativo.

O desabafo coloca em evidência a avaliação pessoal do dirigente sobre o desgaste provocado pela função. Ao citar a família e a necessidade de segurança, Paulo Rogério indicou que considera que a pressão relacionada à vida política do Goiás ultrapassou o ambiente administrativo.

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