“O Goiás não informou, não deu uma posição oficial pra nós atletas, mas se for o caso de ficar parado mais um, dois ou três meses, a gente não sabe quando isso vai acabar, então eu sou sim a favor das férias coletivas pra que depois que tudo se normalizar a gente possa retomar os treinamentos e os campeonatos da melhor forma”, comentou o jogador sobre a sua posição diante a proposta das férias coletivas.
Sobre a redução salarial que Comissão Nacional de Clubes (CNC) está planejando, o jogador disse que está de acordo com a opção, mas sem prejudicar nenhum lado. “Nesse momento tem que ter um bom senso sim, de nós atletas, dos clubes, que os sindicatos possam entrar em um acordo, que o melhor possa ser feito. Creio que isso vai acontecer da parte dos clubes e de nós atletas”, completou o goleiro.
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