Os detalhes foram explicados pelo coordenador da junta de profissionais que estão trabalhando na criação do documento e um deles é o médico da própria entidade nacional, Jorge Pagura. Na análise do especialita, o protocolo é adaptável e explicou como deverá ser durante entrevista para a Rádio Itatiaia.
“É uma doença nova, novos conhecimentos vão surgindo, algumas teorias vão perdendo um pouco de valor, então é importante que o protocolo seja frequentemente atualizado. Ele mostra hoje uma fotografia do que temos de mais atual, mas pode surgir algo novo em 10 ou 15 dias, aí teríamos de modificar”, explicou o médico da CBF, em entrevista à Rádio Itatiaia.
“É um guia de sugestões de proteção, não poderia ser diferente. Trabalhamos com a proteção de todos aqueles que estarão na zona sensível, onde ocorrem as competições. Os cuidados terão que ser tomados. No caso dos treinos, cabe aos clubes esse cuidado. No caso das competições, principalmente as organizadas pela CBF, cabe à CBF. Então, o protocolo tem que ser rígido”, completou.
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