“Fiquei muito satisfeito (da forma) como estão sendo aplicadas as medidas protetivas. Não deixamos nada a desejar para a parte internacional”, diz o médico da entidade nacional.
Questionado sobre a diferente entre o Brasil e alguns países da Europa que retomaram o futebol, o médico completou: “A gente não teve um fechamento pra valer, um lockdown. Seria muito mais fácil, eu sou mais a favor, se a gente tivesse fechado tudo primeiro e depois fosse testando, vendo o que acontece com o vírus e ir liberando aos poucos para conviver com ele”, opina.
Por fim, Jorge Pagura falou sobre as condições que os clubes estão tendo para retomarem os treinamentos neste mês de junho: “Não tem rivalidade, aqui a gente tem um inimigo comum, que é grave. É uma guerra bacteriológica que estamos vivendo e que ninguém conhece muito”, completou.
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