Presidente abre o jogo e dá detalhes sobre o planejamento do Goiás para 2019

Marcelo Almeida(E) ao lado de Túlio Lustosa(D). Foto: Divulgação/GEC

Após garantir o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro em 2019, presidente Marcelo Almeida abriu o jogo e falou sobre vários assuntos durante entrevista para a Rádio Sagres 730. Entre os assuntos, o mandatário esmeraldino deu detalhes sobre o planejamento do Verdão para 2019.

“Eu sempre acreditei. Desde o início, desde do momento ruim que vimos nas primeiras sete rodadas. Nós conseguimos fazer apenas dois pontos. De fato aquilo nos deixou com a luz vermelha ligada. Nunca deixei de acreditar. Eu acreditava porque eu confiava no grupo. Obviamente quando os resultados não aparecem isso deixa a gente muito assustado. Eu tive a convicção que subiria para a Série A aos 49 minutos do jogo contra o Oeste, quando o Giovanni fez o terceiro gol. Até então eu ainda tinha as minhas dúvidas. Nós observávamos nos jogadores a tensão. A minha tensão era exatamente a tensão deles. Aos 49 minutos foi quando de fato bati o martelo e que disse que agora seria a nossa vez”, diz.

Questionado se temia ficar sem dinheiro, caso o acesso não viesse, o presidente falou: “Talvez esse seja o motivo de tamanho estresse, que não só eu, mas também os pares de dirigentes e como também jogadores e funcionários pensaram, o Goiás tem uma estrutura de Série A. Essa estrutura custa caro e temos que ter dinheiro para pagar essa conta. Se tivéssemos permanecido na Série B, os valores que seria repassado era valores que não suportaria a despesa que hoje nós teremos. Isso ia pesar muito e muita coisa ia acontecer. Não gostava, mas tínhamos que ser frio para esse tipo de coisa. Isso me passou por várias vezes, mas acho que o pensamento positivo prevaleceu, conseguimos o acesso e vida que segue”, completou.

Por fim, o mandatário falou sobre a situação do técnico Ney Franco: “Eu pedi para quanto para a comissão técnica, quanto para os jogadores, que não conversássemos sobre renovação de contrato, enquanto não tivéssemos nossa situação definida. Eu não sabia a que série eu pertenceria, se era série A ou Série B. Se eu fosse pertencer a Série A os meus custos seriam diferente do que seriam hoje. Se eu fosse continuar na Série B os meus custos seriam outros. Em cima disso, eu pedi paciência para todo mundo e que o assunto renovação não seria discutido. Agora, nós já carimbamos o passaporte para a Série A e agora de fato com muita cautela, muito cuidado, muita coerência e vamos começar a conversar com todas as pessoas que sabemos que podem nos ajudar no próximo ano. Com relação ao Ney Franco, o Ney demonstrou ser uma pessoa do bem. Uma pessoa que demonstrou que pode nos ajudar, que teve identidade com o Goiás e que mostrou interesse em ficar. Tem uma máxima do futebol que diz ‘Time que se ganha não mexe’ Ele ganhou, será que nós vamos mexer? Vamos esperar para conversar com ele e trocar uma ideia. Eu quero o Ney, tem que saber se o Ney nos quer. Depois de ter essa conversa vamos pular etapa e conversar sobre questão financeira”, concluiu.

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