Base do Goiás: Harlei Menezes fala sobre “safra perdida” dentro do clube

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Harlei Menezes, vice-presidente de futebol do Goiás - Foto: Reprodução/Feras do Esporte

Muito tem sido criticado a base do Goiás no últimos dias, devido as más campanhas nas principais competições das categorias, além é claro, dos jogadores oriundos da base que integram o elenco profissional, mas não conseguem desempenhar um bom futebol. Esse tema tem sido debatido por torcedores, imprensa e até mesmo por membros da diretoria, que estudam formas de contornar a situação em que a base do clube se encontra. 

Em 2020, o ano do último rebaixamento do Goiás, o clube subiu diversos atletas da base na reta na final do Campeonato Brasileiro, tentando de alguma forma, mudar a situação em que o clube se encontrava. Mediante isso, jogadores que integravam o Sub-17, foram para equipe profissional, queimando várias etapas de desenvolvimento dos jogadores. Sobre esse tema, o vice-presidente de futebol do clube, Harlei Menezes, durante uma live com o jornalista Gerliézer Paulo no YouTube, explicou melhor essa situação.

Harlei fala sobre safra perdida no Goiás

Goiás
Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Algumas safras se destacam mais do que as outras, tem algumas safras que acabam sendo perdidas, como foi a safra passada, que acabou sendo perdida porque foi pouco aproveitada, já que o Goiás contratou demais, demasiadamente e acabou não tendo espaço. Automaticamente, quando eu retornei para o futebol, eu tive que emprestar muitos desses atletas, já que tínhamos um elenco extremamente grande e acabou que estes jogadores não tiveram oportunidade. Perdemos uma safra que acabou sendo aproveitada pela Aparecidense que foi campeã da Série D – avaliou Harlei Menezes.

Depois disso, logo veio a pandemia e automaticamente a base ficou extremamente prejudicada, sem competições, sem jogos, sem nada. No meu modo de ver, até esse sobe e desce do Goiás, da Série A para Série B, permanecendo mais na Série B, trouxe para o clube um desequilíbrio muito grande nas competições nacionais, que é onde os atletas ganham mais maturidade, ganham mais canja para servir ao profissional. Então eu acho que até nisso desnivelou para que a gente pudesse ter um base tão competitiva como sempre tivemos – completou.

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