De volta à presidência do Goiás? Raimundo Queiroz abre ação judicial para tentar reeleição e decisão é tomada pela justiça

Raimundo Queiroz, ex-presidente esmeraldino - Foto: Reprodução

Desde que deixou a presidência do Goiás Esporte Clube, Raimundo Queiroz vem travando uma “guerra fria” contra a agremiação. Como trouxemos anteriormente aqui no Esmeraldino.com, ex-dirigente inclusive foi condenado na justiça por APROPRIAÇÃO INDÉBITA. Raimundo só não cumpriu pena por conta de que o prazo para aplicação de sua punição prescreveu. Agora, Raimundo tentou outra ação contra o clube esmeraldino, sendo novamente derrotado.

Raimundo tenta ação judicial para se tornar elegível à presidência do Goiás

Goiás
Foto: Nathalia Freitas/Sagres 730

Raimundo Queiroz moveu mais uma ação contra o Verdão na justiça, dessa vez acompanhado pelo também ex-presidente, Sid de Oliveira Reis, onde buscavam reconhecimento de seus direitos de se tornarem conselheiros vitalícios do clube, com base em suas passagens anteriores pela presidência. A ideia dos dois ex-dirigentes era conseguir esse título de conselheiros vitalícios, para assim se tornarem elegíveis nas eleições de dezembro.

No entanto, após análise do mérito, o juiz Otacílio de Mesquita Zago, da 13ª Vara Cível de Goiânia, decidiu pela improcedência da ação. O magistrado ressaltou que o Estatuto mencionado se aplicava somente aos ex-presidentes na época de sua promulgação, em 2004, e que a expressão “os atuais ex-presidentes” referia-se aos ex-presidentes daquela época, não abrangendo aqueles que assumiram o cargo posteriormente.

De acordo com o artigo 74 do Estatuto Social do Clube, implementado em 27/12/2002, apenas os ex-presidentes que ocuparam o cargo até aquela data foram agraciados com a vitaliciedade do cargo de conselheiro. Esse critério não contempla Raimundo Queiroz e nem Sid de Oliveira Reis, uma vez que ambos se tornaram ex-presidentes após a implementação do artigo 74.

Dessa forma, os ex-presidentes requerentes, que assumiram o cargo após 2004, não se enquadravam na condição de membros vitalícios do Conselho Deliberativo, de acordo com o Estatuto. Além disso, Raimundo Queiroz e Sid de Oliveira Reis foram condenados a arcar com as despesas processuais e os honorários advocatícios do clube esmeraldino no valor de R$ 8.000,00.

Leia Mais: